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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Fado dos fados *Tristão*

F.Abranches / Casimiro Ramos
Repertório de Tristão da Silva

Ao som dum fado alguém viu o meu destino
Quando eu era pequenino, mas nada me quis contar
Ao som dum fado, comecei logo a vivê-lo
De nada serviu escondê-lo, pois não se fez esperar
Ao som dum fado gastei toda a mocidade
Em busca duma amizade que nunca soube encontrar

Fado dos fados
Que ninguém canta por medo
Cada nota é um segredo
Cada acorde uma loucura
Fado dos fados
È todo um corpo a vibrar
E uma boca a procurar
Doutra boca, a amargura


Só a saudade pode encher almas vazias
Mascarar-se de alegrias por tudo o que já è fim
Quanta saudade do que fui e do que sou
Triste fado que embalou quanta saudade de mim
Minha saudade, minha velha companheira
Não saias da minha beira, quero-te toda pra mim