- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.485 LETRAS <> 2.524.500 VISITAS <> JULHO 2022 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Folhas caídas

Silva Tavares / António Melo
Repertório de Tristão da Silva

Com sua velha mania 
De eterna renovação
Esta noite, a ventania
Cobriu de folhas o chão

Pisei várias de seguida
E ao passar na tua rua
Lembrei-me da nossa vida
De quando a minha foi tua

Também tu f
oste arrastada p'lo turbilhão
E tão fresca e delicada que para não seres pisada 
Eu apanhei-te do chão
Mas tu eras mulher
Não eras qualquer folha vulgar de Lineu
E quanto mal me fizeste c
om o pago que me déste
Sabe-o Deus e sei-o eu

Se vejo as árvores nuas / Logo entristeço e depois
Fujo de andar pelas ruas / Por onde andamos os dois

Recompuz a minha vida / Mas confesso com desgosto
Que ante um folha caída / 
Sinto a cor subir-me ao rosto