- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

* Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor *

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* SE NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------

2.135.500 VISITAS /*/ 31.05.2021

--------------------------------------------------

NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO.
Vasco Graça Moura /// Porto 03.01.1942 /// Lisboa 27.04.2014
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Vapores

Carlão / Fernando Freitas *fado pena*
Repertório de Marco Rodrigues

Caminha pela rua à patrão
Com a pinta que hoje se chama swag
Já não fuma tabaco e alcatrão
Ainda que o vapor não o sossegue

O fato de treino já voltou à moda
Mas o corta-unhas fica em casa
E é certo que uma querida se incomoda
Se vir que já vem com grão na asa

Agora o homem quer-se bonito
Sensível, atento e delicado
E ele até se afasta do conflito
Mas não se imagina depilado

No bairro já ganhou alcunha nova
Toda a gente o chama de vapores
Nas costas que é para evitar a sova 
Que há coisas que não mudam, meus senhores