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<> Ninguém sabe tudo, ninguém ignora tudo, só todos juntos sabemos alguma coisa <> PAULO FREIRE *filósofo brasileiro* 1921/1997 <>
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Aquele degrau

Horácio de Carvalho / Jorge Fontes
Repertório de Manuel de Almeida

Tanta vez, a hora morta / Eu encaminhei meus passos
Para ir à tua porta / Ao encontro dos teus braços

E aquele degrau que havia / Na tua escada, à entrada
P'ra me anunciar, gemia / De cada vez que o pisava

Velho degrau carcomido
Que nunca mais pisarei
E aquele estranho ruído
Que eu nunca mais ouvirei;
Velha escada que subi
Tanta vez, de madrugada
Velho degrau que desci
Sem fé, sem amor, sem nada


O degrau que tanta vez / Eu pisei com emoção
Numa só noite desfez / Dentro em min, uma ilusão

Degrau que, tão de mansinho / Com medo de te acordar

Pisava devagarinho / Já não quero mais pisar