- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Cantar dos ventos

Manuel Tomé / Acácio Gomes *fado acácio*
Repertótio de Helena Leonor

Cantam ventos bem diferentes
Baladas p'ra outras gentes
Na rua do meu encanto
Por serem já conhecidas
E por demais já ouvidas
Não devem causar-me pranto

Não pode entender o vento
No seu riso ou seu lamento / Quem todo o sopro acarinha
Não sei se valeu a pena
Aquela berisa serena / Que não foi tua e foi minha

Envoltas num turbilhão
As folhas mortas p'lo chão / Nas ruas desta cidade
Tristes, perdidas, sem cor
Traídas e sem amor / Levam consigo a saudade

Agora tudo mudou
E a brisa que então soprou / Lançou tudo ao abandono
Agora não sei quem era
A brisa da primavera / 
Que é hoje vento de outono