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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Cantiga de abrigo

Letra e música de Samuel Úria
Repertório de Ana Moura 

Vou esperar contigo / E se quiser tardar
O tempo foi meu amigo
Prendo os ponteiros / Que o teu instante é meigo

Vou mudar contigo / E se puder escapar
Teu corpo é meu abrigo
Prendo-me ao peito / E em ti me desarraigo

Repreendo a própria vida / Cada dia em que, iludida
Me extingui a sós comigo
Sem guarida, mas sigo / Que em teu refúgio há fogo

Se me chamares, meu nome / 
Meu nome seja aconchego
Prendo-te aos braços / E o nó que dou é cego