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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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É da torre mais alta

Ary dos Santos / Alain Oulman
Repertório de Amália

É da torre mais alta que eu canto este meu pranto 
Que eu canto este meu sangue, este meu povo
Dessa torre maior em que apenas sou grande
Por me cantar de novo, por me cantar de novo

Cantar como quem despe a ganga da tristeza
Como quem bebe a água da saudade
Chama que nasce e cresce e vive e morre acesa
Chama que nasce e cresce em plena liberdade

Mas nunca se dói, só quem a cantar magoa
Dói-me o Tejo vencido, dói-me a secura
Dói-me o tempo perdido, dói-me o mel da lonjura
Dói-me o povo esquecido e morro de ternura
Dói-me o tempo perdido e morro de ternura