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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Qualquer rua de Lisboa

Mário Rainho / Carlos Dionísio
Repertório de Ana Sofia Gonçalves

Pássaro que não voou
Um barco sem navegar
A máscara do que não sou
A estrela sem cintilar

Tudo no mesmo lugar
Sob o olhar de branca lua
Faz-me à noite procurar
Teu amor por qualquer rua

Qualquer rua de Lisboa onde a terra e o universo
Se entendem e desentendem nas brancas rimas dum verso
Qualquer rua de lisboa, mesmo até à beira rio
Que secou de tanto frio mas volta a ter água boa
Das mágoas derramadas, do olhar, escorrendo toa
Pelos becos e calçadas, qualquer rua de Lisboa


Madrugada que se queima
No lume dos meus cansaços
E este coração que teima
Em arrastar os meus passos

Na cidade dos amores
Em noites de fria lua
Há desencontros e dores
Meu amor, em qualquer rua