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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Os dois horizontes

Machado de Assis / Popular e Alberto Correia *fados: mouraria e solene*
Repertório de Camané

Um horizonte, a a saudade
Do que não há-de voltar
Outro horizonte, a esperança
Dos tempos que hão-de chegar

O gozo do amor sonhado / No olhar profundo e ardente
Tal è na hora presente / O horizonte do pasaado

Ou ambição de grandeza / Que no espírito calou
Desejo de amor sincero / Que o coração não gozou

Ou o viver calmo e puro / A alma convalescente
Tal è na hora presente / O horizonte do futuro

Na avidez do bem sonhado / Ao nosso espírito ardente
Nunca o presente è passado / 
Nunca o futuro è presente