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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Fado de ontem e de hoje

Silva Tavares / António Melo
Repertório de Tristão da Silva

Eu não entendo a razão / Porque não se canta o fado
Sem vir à baila o passado / A Severa e o Capelão

Sem louvar-se a boa classe / De toureiros e tipóias
Como relíquias ou jóias / Que hoje ninguém fabricasse

O que passou, passou
Basta pois de ideias tontas
Porque bem feitas as contas
O fado só melhorou;
Toda a pessoa sincera
Só por cega represália
Não vê que a fama da Amália
Vale a fama da Severa


Passa-se a vida a dizer / Que hoje o fado já não presta
E que a festa só foi festa / Antes da gente nascer

Mas se investigas e aprendes / Que nenhum bravo, entre tantos
Foi qual foi, Manuel dos Santos / 
Nem qual è Francisco Mendes