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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Sete letras

António de Bragança / Alfredo José dos Santos *marcha do correeiro*
Repertório de Maria Teresa de Noronha

Saudade, palavra linda
Que nos diz tristeza infinda
Ou grata recordação
Palavra bem portuguesa
Está ligada e sempre presa
À palavra coração

Por capricho as abrigou
O destino, e as ligou / Em tão íntima união
Que é perfeita a igualdade
Sete letras tem saudade / Sete letras coração

E as saudades, se não cantas
São tão grandes e são tantas / São para mais de um milhão
Mas se cantas, que tristeza
À saudade fica presa / Minh’alma, meu coração

E esta contradição
Ao meu pobre coração / Inocente e sem maldade
Faz-lhe sofrer tal horror
Que um dia morre de dor / Pra não morrer de saudade