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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Cais imaginado

Aldina Duarte / Carlos da Maia
Repertório de Maria Dilar

Neste cais a toda a hora
O meu barco de quimera
Tem as velas cor de amora
Em mastros de Primavera

Há marinheiros risonhos / Varinas embevecidas
Ninguém rouba aos meus sonhos / As verdades mais garridas

O azul claro do rio / Ilumina o teu rosto
Quando chegas és navio / Onde parte o meu desgosto

Fico aqui à tua espera / Neste cais imaginado
Não importa se é quimera / Se é apenas o meu fado