- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.525 LETRAS PUBLICADAS <> 2.572.800 VISITAS < > SETEMBRO 2022
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Criança de todos nós

Torre da Guia / Fernando Tordo *fado meu corpo*
Repertório de Alfredo Guedes

Criança, verbo para começar
A ouvir e a falar... o vento
Criança, asa nova de partida
Para a viagem da vida... no tempo

Teus olhos duas meigas abelhinhas
Nos favos das adivinhas... de mel
Sonhando que o fel é sempre doce
Como se o fel não fosse... de fel

Sementes em seara de ilusão
Deixa-as o homem no chão
Para o vento dispersar
Tão fortes, que mesmo assim pequeninas
Rompem raízes sozinhas
Que ninguém pode arrancar

Criança, pensamento renovado
De quem vive acorrentado... ao cais
Esperança que se faz pela revolta
Desse tempo que não volta... jamais

Mãozitas com destinos sem fronteiras
Amarradas nas barreiras... tão cedo
Brincando aos soldadinhos de guerra
Por entre as grades da terra... sem medo