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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Fado português

António Torres / Fernando Ferreira / Alves Coelho 
Versão do repertório de Carlos Zel
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Criação de Justina de Magalhães na Revista Paz Armada, 1919
Informação de Francisco Mendes e Daniel Gouveia
Livro *Poetas Populares do Fado-Canção*

Da guitarra o doce arpejo 
Nem toda a gente o entende
O fado é tal e qual um beijo
Dum ser que à vida nos prende

P' ra se ter ao fado amor / Basta ouvi-lo uma só vez
Mas tem muito mais valor / Quando canta um português

Ouvindo a linda canção / Ninguém se pode conter
É tão grande a comoção
Que no peito o coração / Pulsa sempre de prazer

Sabe tão bem ouvir o fado bem cantado
Numa noite de luar
Que encantos tem, triste balada, doce toada
Que até nos convida a amar

Da guitarra o doce arpejo / Nem toda a gente o entende
O fado é tal e qual um beijo / Dum ser que à vida nos prende

Quem canta seu mal espanta / Quem sofre, sabe cantar
O fadinho prende e encanta / Fazendo as mágoas passar

Esta balada dolente / Faz esquecer todo o mal
O fado dá alma à gente
E será eternamente / A canção de Portugal



Nem todas as letras desta antologia serão comentadas, bastando-lhes 
o valor 
intrínseco para nela figurarem. Fica a advertência para os casos adiante não comentados.

No entanto, a que acabámos de transcrever merece a nota adicional de ter sido gravada 
por Carlos Zel, em 1984, para as “Selecções do Reader’s Digest”, na música original.