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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Regresso

Manuel Alberto Valente / Bruno Fonseca
Repertório de Joana Amendoeira 

Não era a tua voz que me chamava
Não era nos teus braços que dormia
Só o silêncio, amor, me acompanhava
Nas ruas onde sozinha me perdia

Partiras e eu ficara abandonada
Sem os teus lábios, sem o teu perfume
Já nada no meu corpo clamava
P'las searas onde se acende o lume

Depois voltaste e foi a Primavera
Cresceram pássaros nas minhas mãos vazias
Nasci de novo daquela que já era
A sombra de uma sombra onde morrias

Agora é a tua voz que me povoa
Na concha dos teus braços adormeço
E é bom o silêncio quando ecoa
Nesses silêncios de amor com que me teço