- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Vou-te contar

Letra e musica de Diogo Clemente
Repertório de Carminho

Vem, vou-te contar por dentro dos meus sonhos
Como que uma aurora
Chegou de longe e veio p’ra me ver
Que envergonhada eu fui e agora

Vem, vou-te contar
Atravessou os meus versos, fez-se luz
Beijou-me as mãos, deixou-me o seu perfume
Negro lume a entrançar bem devagar
As linhas leves da minh’alma
Folhas da minh’alma, versos só de calma
E fez lugar do que era meu
E rescreveu, qual mão de Deus
As pedras que eram dor no meu caminho
E eu cega de paixão e de desejo
Dei-lhe um beijo sem querer

Parou o tempo aqui na minha boca e meu amor
Que aconteceu ?
Que tudo o que foi nosso à frase rouca de um adeus
Em ti morreu ?
Então olha os meus olhos e hoje vem, vou-te contar