- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

No Ribatejo o sol é d’oiro

Alexandre Fontes / Jorge Fontes
Repertório de Rodrigo

Sempre que vou ao Ribatejo
E ao meu lado comigo vais
Eu sinto em mim um forte desejo
De ver as toiradas tradicionais

Vejo um toureiro cheio de raça
A executar a mais bela faena
O povo delira dentro da praça
Lançando flores para dentro da arena

O sol é d’oiro, lezíria garrida
Onde um bravo toiro espera p’la corrida
Gente sadia, campino valente
Onde a valentia anda frente a frente

Pegas de caras pelos forcados
Que o toiro agarram pelo cachaço
Bravos rapazes endiabrados
Que enfrentam a morte num simples abraço

Eu nunca vi tanta grandeza
Que há no fandango e no campino
Dia de festa tão portuguesa
Nessas touradas com o sol a pino