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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Aves agoirentas

David Mourão Ferreira / Alain Oulman
Repertório de Amália

Andam aves agoirentas
Quase a rasarem o chão
Nunca dizendo que sim
Dizendo sempre que não

Mas não tenho mão em mim / Que importa a voz da razão
E vou sempre ter contigo / Por mais que digam que não

Os presságios do destino / Ao pé de ti nada são
Rendição sem condições / Eis a minha rendição

Mais febris e mais violentas / São as horas da paixão
Quanto maiores as tormentas / Que andarem no coração

Nos teus olhos há clarões / Da luz que os desejos dão
E das aves agoirentas /
Ficam penas pelo chão