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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Cruel destino

Fernando Farinha / Artur Ribeiro
Repertório de Fernando Farinha 
               
Quis alcançar o mundo de repente
Mas o mundo cruelmente
Bem depressa me enganou
Cruzaram-se os caminhos junto a mim
Já não sei por onde vim
Já não sei por onde vou

Esperanças, ansiedades e alegrias
Gastei-as em poucos dias
Por meu viver desregrado
Troquei o bem por tudo o que não presta
E agora apenas me resta
Um fado, um fado
Cruel destino o meu que assim me castigou
Que tanto prometeu, que a tudo me faltou
Quis viver não pensei, que a vida era ruim
Tão depressa andei, que me perdi de mim