- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Não peças demais à vida

Letra e musica de Alvaro Duarte Simões
Repertório de Amália

Não peças demais à vida 
Aceita o ela te deu
Uma janela florida
Mostra a cor de todo o céu;
Afinal a felicidade 
Cabe num rosto a sorrir
Ai de quem sente ansiedade 
De viver sempre a pedir

Não peças demais à vida / Aceita o que ela te dá
Porque a ambição desmedida / Faz-nos querer o que não há;
E não há sinceramente / Maneira de ser feliz
Para quem quer constantemente / Ser mais feliz do que quis

Não peças demais à vida / E aceita o que ela te der
Às vezes, basta a guarida / Dum abraço de mulher;
Num sorriso de criança / Ou no sol quente a brilhar
Existe um tesouro de esperança / Que ninguém pode comprar;
Se afinal basta a guarida / Dum abraço de mulher
Não peças demais à vida / E aceita o que ela te der