- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Derradeiro encontro

António Torre da Guia / Casimiro Ramos *fado oliveira*
Repertório de Fernanda Moreira

Vivo a doer dia a dia
Entre o pêndulo das horas
E o gemer da solidão
Agarrado à fantasia
Que me diz que tu demoras
Mas não espero em vão

Conforta-me a oração
Do fado que me enamora / E canta dentro do peito
O amor de perdição
Que um dia se foi embora / E deixou tudo desfeito

À sombra do imperfeito
Outra sombra à deriva / Vagueia dentro de mim
E às vezes até suspeito
Que estou em carne viva / A sofrer meu próprio fim

Adormeço e, enfim
Mergulhado na quimera / Meu corpo em sonho atravessa
O luminoso jardim
Onde me dizes: espera / Meu amor, não tenhas pressa