- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.525 LETRAS PUBLICADAS <> 2.572.800 VISITAS < > SETEMBRO 2022
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Deixem Lisboa sonhar

Diamantina / Nobre Costa e Pedro Castro
Repertório de Diamantina

Lisboa triste ficou / Soluçando de saudade
Por julgar que se deitou / E acordou noutra cidade

Deixem Lisboa gritar
A saudade que a magoa
Deixem Lisboa chorar
Com um poema de Pessoa;
Deixem soltar os pregões
Que hoje nela estão calados
Deixem Lisboa sonhar
Lembrando tempos passados

Nos azulejos pintados / Recordou velhos artistas
E a pincel, desenhados / Os ardinas e as coristas

Nas varandas rendilhadas / Viu mil vasos enfeitando
E as colchas penduradas / Pela fé que vai passando

Mas ao lembrar o passado / Sossegou-se o seu peito
Pois viu-se ainda com fado / No romance mais perfeito