- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Antes e depois

Fernando Farinha / Popular *fado menor*
Dueto de Fernando Farinha e Alfredo Marceneiro

Marceneiro:
Minha guitarra é vaidosa / Mas vaidosa com encanto
Sente-se toda orgulhosa / Todas as vezes que canto

Farinha
Alfredo quando tu cantas / Cantas com tanta saudade
Que eu sinto que tu encantas / Toda a minha mocidade

Marceneiro
Dizem que o fado desgraça / O fado de muita gente
Mentira, o fado não passa / Dum fado que qualquer sente

Farinha
O fado é a voz do povo / Que com o povo nasceu
Tu és antigo, eu sou novo / Será meu o que foi teu

Marceneiro
Entre fadistas de lei / Com meu concurso não falto
Tenho orgulho em ser da grei / Dos Faias do Bairro Alto

Farinha
Apesar de muito novo / Quando canto uma cantiga
Faço recordar ao povo / A fadistagem antiga

Marceneiro
A minha pobre garganta / Já não tem a voz de outrora
Mas quando canta, ainda canta / Ao pé das vozes de agora

Farinha
Quem sabe meu pioneiro
Se nesta história não fica
Marceneiro
O Alfredo Marceneiro
Farinha
Junto ao Miúdo da Bica