- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Fado da boa sina

Rui Machado / António Chainho
Repertório de Teresa Salgueiro

Guardei duas palavras que escondi no coração
Nas linhas cruzadas da palma da minha mão
Ambas prosseguem cada qual com o seu tino
E só por instantes as reúne o seu destino

É quando enlaço os dedos em sinal de oração
E a Deus me confesso ignorando a razão
Sorte ou desventura elas são como sinais
E sendo bem diferentes aparecem como iguais

Filhas do mistério que em mim tenho gravado
Traçam o caminho das linhas do meu fado
E como a água que percorre a corrente
Ambas são futuro passado e presente

Uma é o sonho que nos cega de ansiedade
Arde como o lume e comanda a vontade
A outra é segredo que ignoro e não pergunto
Se no fado há lei só Deus sabe desse assunto