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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.350 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Carta a Lisboa

Diogo Clemente / Ricardo Rocha *alexandrino do rocha* 
Repertório de Carminho 

Tal qual o velho Tejo e as águas p’ra depois
Aqui me tens na espera de quem partiu de mim
Em ti Lisboa, eu vejo as horas de nós dois
E sei não ser quem era num tempo antes do fim

Como eu, barcos parados cansados deste mar
Ocultam liberdades na frágil luz das velas
Que ás mãos doutros recados que o vento quis roubar
Perderam-se as saudades, fecharam-se as janelas

Assim vivo comigo num rio de mim para mim
Maiores os dias de hoje, são menos que outros dias
Talvez por ser abrigo d’alguém que antes do fim
Me chega e que me foge, deixando as mãos vazias

E há tanto por dizer nas linhas desta dor
Que a voz do que magoa confunde-me o desejo
Aqui espero por ter o rio do meu amor
Correndo em ti, Lisboa, tal qual o velho Tejo