- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.525 LETRAS PUBLICADAS <> 2.552.800 VISITAS < > AGOSTO 2022
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ai do vento

Letra e musica de Hélder Moutinho
Repertório de Mafalda Arnauth

São as saudades que nos trazem as tristezas
É o passado que nos dá a nostalgia
E é o mar que tem sempre as marés presas
Naquela praia onde inventamos a alegria


São os meus olhos que não guardam o cansaço
De querer sempre, sempre, amar até ao fim
E toda a vida é um poema que não faço
E me persegue na paixão que trago em mim


Ai do vento, ai do vento
Que transparece o lamento
Da minha voz sem te ver
Ai do mar, seja qual for
Que me recorda o amor
E não mo deixa esquecer


É sempre breve, ou quase sempre, a despedida
É sempre calma, ou quase sempre, a solidão
E é esta a calma que destrói a nossa vida
Nada é breve nas coisas do coração

E ai do vento, e ai do mar, e tudo mais
Que assim me arrasta, que me faz viver na margem
De um rio grande onde navegam os meus ais
E onde a vida não é mais que uma viagem