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Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

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As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

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Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

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6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ FEVEREIRO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

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Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

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BARRA DE PESQUISA

Ninguém

Letra e música de Diogo Clemente
Reportório de Carolina 

Falamos, demos abraços, como era normal
Fechei-me ao som dos teus passos no frio do jornal

Parecia ser o que foi, bem pra lá do que crês
Um gesto a mais que nos dói, e o vazio que não vês

Não vês que me perco primeiro
E perco as razões a seguir
E que trago este amor de permeio
Por chegar e partir

E eu sorrio ao ver-te outra vez num dia descuidado
O lume mal apagado
E dizes tu que eu sou mais forte e sei olhar por nós   
Foi isto que há nos olhos meus
Que o que fica de um adeus
Às vezes faz-se voz, só pra não estarmos sós

Pra quê palavras e verbos de querer ser feliz
Se somos escravos e servos do que a alma nos diz

Sempre se cumprem as preces de quem o amor tem
Que ao me acabar, recomeces às mãos de ninguém

Ninguém que te prenda num beijo
Ninguém que te oculte de nós
O ninguém que te seja em desejo
A nascente a e foz