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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Estranhamente

Letra e música de Jorge Fernando
Repertório do autor

Fecha os olhos meigamente
Deita o rosto no meu ombro
Como há tempos esqueces de o fazer
Põe as mãos por sobre as minhas
Os teus dedos entre os meus
Que o silêncio tem muito a dizer

Foi há tempo, meu amor
Vinhas de verde
Com um sorriso em que perdeste    
O meu ser apaixonado
Foi há tempo, meu amor
Quanto se perde
Nos momentos que esqueceste
E que o tempo pôs de lado

Os teus olhos, pouco a pouco
A tristeza vai tornado
Estranhamente amargurados
Mais um dia, logo outro
Nada muda, mas no fundo
Já não somos namorados