- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.690 LETRAS PUBLICADAS <> 2.655.000 VISITAS < > 01 JANEIRO 2023
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Zangou-se o fado comigo

Letra e musica de Frederico de Brito
Repertório de Manuel Fernandes

Bati à porta do fado / Eu sei onde o fado mora
Olhou-me desconfiado / Por me ver àquela hora

E fez tamanha algazarra / Gritou-me sem ter razão
Disse que a minha guitarra / Nem merece afinação

Zangou-se o fado comigo
Vá lá, não foi ordinário
Senão pegava o rastilho
E então o sarilho
Virava ao contrário
Ouvi-o tão pianinho
Na voz tinha tais lamentos
Que eu disse do coração
Aí seu pimpão
Marque lá dois tentos

Agora ao fado, o que resta / Se não lhe arranjam um prémio
É ter de dar uma festa / P’ra deixar de ser boémio

Não se lembra, o malfadado / Que andou nas tascas mais rascas
E no tempo em que era fado / Jogava o liques nas tascas