- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.310.000 VISITAS <> OUTUBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se o mundo dá tantas voltas

Linhares Barbosa / Alfredo Duarte *fado menor-versículo*
Repertório de Manuel de Almeida


Se o mundo dá tantas voltas... em redor
Das estrelas, dos espaços... encobertos
Não sei porque não te soltas... meu amor
E vens caír nos meus braços... sempre abertos

Tu és assim como o vento... na nortada
Com as mesmas inconstâncias... esquisitas
Tenho-te ao pé um momento... um quase nada
Depois vejo-te a distâncias... infinitas

És mais leve que a poeira... que há no ar
És mais fina que a poalha... em remoinho
Que poisa sobre a roseira... prá manchar
E depois o vento espalha... p’lo caminho

Que não te prendes rendida... é tua norma
Dizes e fico a pensar... ao ver-te ausente
Que andando assim desprendida... dessa forma
Eu te não possa agarrar... eternamente