- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Menino triste

Letra e música de Jorge Fernando
Repertório de Jorge Fernando c/ Jorge Nunes

Olhos fixos, tristes, fixos não sei onde
Redondos, parados, lentos e perdidos
E o que de triste às vezes o olhar esconde
São mágoas a exorcizar-nos os sentidos

E o vento, entre os cabelos ao vento
Como dedos solidários e profanos
Eram como duas mãos a dar-lhe alento
Não tinha mais que dez ou doze anos

De que profundezas sofreu, o abismo
Que de brincar, recusou todo o seu ser
E que mão lhe derramou um tal cinismo
De culpas e recusas de viver

Não lhe deu afago a vida, e então ele
Cresceu no corpo em que a alma lhe cresceu
Trago todo na memória e em minha pele
Porque esse menino triste… era eu!