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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Marcha dos marinheiros

Matos Sequeira, Pereira Coelho / C.Caldero
Repertório de Tonicha

Os marinheiros aventureiros 
São sempre os primeiros na terra ou no mar 
Ao ver as belas pelas janelas
Soltam logo as velas para as conquistar

Ao navegar sobre as ondas desde Goa
Nós viemos a pensar
Nas meninas de Lisboa
Desembarcados, mesmo assim, os marinheiros
Vamos ficar ancorados
A uns olhos traiçoeiros

Salgadas pelo mar as nossas bocas vêm
Vêm procurar o mel que os beijos têm
Que é tão bom para as adoçar

Largamos vela da ribeira de Panjim
A pensar numa janela
Enfeitada de alecrim
Entrando a barra, mal a nau chega a Belém
O marujo deita amarra
À mulher que lhe convém

A marinhagem ao saltar dos escaleres
Quando chega da viagem
Põe-se à pesca das mulheres
Deita o arpão sem saber se é linda ou feia
Vem às vezes um peixão
Outras vezes vem baleia