- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.525 LETRAS PUBLICADAS <> 2.552.800 VISITAS < > AGOSTO 2022
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Fadistas cantai à lua

Maria Jô Jô / Jaime Santos *fado alvito* 
Repertório de Lúcio Bamond   

Quis conhecer a minha alma
Numa noite menos calma
Que viveu tanto e não amou
Não sei a vida que tenho
P’ra onde vou, donde venho
Por aí é que eu não vou

Caminhada que resiste / Aos versos dum fado triste

A voz a quem eu me dou
Se a minha verdade existe / Lembro o dia em que partiste

Por aí é que eu não vou

Fadistas, cantai à lua / Que a minha voz, rouca e nua

Canta o povo donde sou
Um poema mais profundo / Eu quero dizer ao mundo
Por aí é que eu não vou