Vasco de Lima Couto / Mário Moniz Pereira
Repertório de Maria Armanda
Rio Tejo de Lisboa
Rua das praias do mar
Aonde os barcos de perto
Vinham de longe a chorar
Rio Tejo, Tejo Rio
Pátria gaivota parada
Vias chegar e dizias
Nada, nada
Afogaste gerações nas ondas dos falsos mitos
A brilhar no sol na noite os nossos gritos
Mas teu nada, Rio Tejo, vestiu as algas dum dia
E foi ás parias do mundo mostrar a nossa alegria
Rio Tejo de Lisboa
Sete colinas de vento
Marinheiro que regressa
Liberto no pensamento
Podes mandar mil recados
Rio que já foste mudo
Porque estamos a chegar
A tudo, a tudo
Que os presos dos mil silêncios
Abriram grades no ar
Para podermos dizer
Rio Tejo, Tejo mar