- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Sem abrir caminhos

Maria Manuel Cid / Custódio Castelo
Repertório de Cristina Branco

Despi-me de lamentos, de vaidades
Onde julguei haver eternidades
De falsos pensamentos deformados;
Fiquei liberta de forjar ideias
Rasguei fronteiras e abri cadeias
E lavei-me dos céus enevoados

Guardei meus sonhos dos olhares alheios
Enterrei em mim loucos devaneios
De criar impérios e amar riqueza
E voando no espaço sem tarçar caminhos
Pude rir-me dos pobres adivinhos
Que a um destino me disseram presa

E cansada de mim, eu não me iludo
São negras minhas assas de veludo
Á procura de novas ansiedades
Fugindo da terra que me viu nascer
Eu sou aquilo que não queria ser;
Andorinha perdida de saudades