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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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De tanto querer

Mafalda Arnauth / Luís Pontes *fado vítima*
Repertório de Mafalda Arnauth

Tenho pouco tempo para dar como é preciso... dizes tu, vejo eu
Tenho pouca coisa p’ra dizer, que eu sou assim... mentes tu, oiço eu
Tenho que inventar mais um atalho onde te percas até me encontrares
Ai de mim, que esta vida é um baralho
Por abrir e repartir, nem sequer sei o que valho

Sou simples triste fim.... ai de mim, ai de mim

Tenho pouca escolha nesta vida, nem sorte á minha medida... choras tu
Tenho falta até do que nem sei
Mas sinto falta do que nunca dei... o quê não sei
Tenho tanto medo por rasgar tanto enredo

Por matar, antes que morra eu
Tenho tanta pedra por mexer, que já me dói só por saber que tem de ser

Que tem de ser... que tem de ser
Que há-de ser... que eu vou ser

Sei que ainda é cedo p’ra negar um novo dia

Sentes tu, sentes bem
Á mercê da alma há pouca calma, mas há vida p’ra contar
Muito além da dôr, há um lugar
Feito á medida do querer feito p’ra consolar
P’ra dizer que tudo o que há-de vir á medida do sentir que cada um tem

Foi simples triste fim ... o que um dia foi em mim

Tenho urgente a vida á minha frente, tenho pressa de ser gente, s
abes tu
Num impulso, alcanças nova garra, novo pulso que há em ti
rasga o ser
Tenho tanta sede e tanta fome pela dôr que me consome
É tempo de a esquecer
Tenho horizontes por abrir do infinito que há-de vir

Porque eu vou ser... quem sabe, sou
É só eu querer e de tanto querer
Eu sei que sou... eu sempre fui