- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ MARÇO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa.

Ciúme é chama maldita

Jorge Rosa / Henrique Lourenço *fado cigana*
Repertório de Cidália Moreira

Ciúme é chama maldita
Que se ateou na minh'alma
E aos poucos me devora;
Padece a pobre, e não grita
Sofre, mas não perde a calma
Agoniza mas não chora

Só eu e Deus, mais ninguém
Sabemos quanta tortura / O meu coração padece
Mas no meu rosto, porém
Nem a mais leve amargura / Se desenha, ou transparece

E ao fracasso não cedo
E juro por minha fé / Ninguém verá o meu fim
Eu sou como o arvoredo
Morrem as arvores de pé / Também morrerei assim