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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Minha aldeia ao meio-dia

João Fezas Vital / António Chaínho
Repertório de Saudade Maria

Para ficar a teu lado
Despi meu corpo e rasguei
Veias que foram meu fado
Versos que nunca cantei

Por ti meu corpo inventou
Planícies feitas ao rio
E à flor da pele de quem sou
Soluços em desafio

Meu amor, minha tontura
Minh’aldeia ao meio dia
Meu início de aventura
Meu sabor de água fría;
Não terás nunca a secura
Da sede que em mim havia

Se abro as mãos que trago cheias
A noite fecha-se à rua
Em dor e riso, lavei-as
Meu amor, para ser tua