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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Rouba ao vento a liberdade

Mote (5ª estrofe) Augusto Gil / Glosa: Fezas Vital / António Chaínho
Repertório de Teresa Siqueira

Lava as mãos em alfazema / Vai ao campo ver crescer
Razões de ser dum poema / Se um crime tens de fazer

Rouba ao vento a liberdade / De ser raiva, e abandono
Pois se tu não fores verdade / Antes fique vago um trono

Fizeram de ti soldado / Corpo em flor de quem quiser
Ai menino mal mandado / Antes um palácio a arder

Antes o medo, a tristeza / E a dor de não ter sono
Mais valem flores d’incerteza / Do que uma enxada sem dono

Se um crime tens de fazer
Antes fique vago um trono
Antes um palácio a arder
Do que uma enxada sem dono