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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Um fado novo

Tiago Torres da Silva / Júlio Proença *fado esmeraldinha*
Repertório de Teresa Tarouca 

Tinha uma voz que vinha do passado
E um andar com jeito de maré
Por isso se entregou sem medo ao fado
Por isso ninguém sabe quem ele é                

Uns dizem que ele foi um marinheiro
A quem o alto-mar deu sepultura
E outros que é o próprio Marceneiro
Se o fado nunca teve tal lonjura

Quando as ondas regressam ao seu peito
Ele pede à guitarra um tom menor
E canta um fado novo de tal jeito
Que a gente julga sabê-lo de cor

Depois vai-se afastando e uma Alfama
Fica escondida sob o seu olhar
Nunca vamos saber como se chama
Mas eu que nunca o vi, chamo-lhe mar