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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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O tempo que não vivi

Letra e música de Manuel de Almeida
Repertório de Manuel de Almeida

No domingo passei com uns amigos
A tarde numa adega de Caneças
Motivo p’ra lembrar tempos antigos
De farras com cantigas e promessas

Falamos, entre dois copos de vinho
Das tardes no Gingão e no Sisudo
Das noitadas de fado no Charquinho
E na dança da Bica no Entrudo

Baile dos Quintalinhos tão cantado
As festas da Atalaia e das Mercês
Bons tempos, quando o fado era mais fado
E o amor, mais amor, mais português

Destas coisas que o povo consagrou
Que apenas pela história conheci
Chego a sentir, fadista como sou
Saudades dos tempos que não vivi