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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Lisboa perto e longe

Manuel Alegre / António Chaínho
Repertório de Humberto Sotto Mayor 

Lisboa chora dentro de Lisboa
Lisboa tem palácios, sentinelas
E fecham-se janelas quando voa
Nas praças de Lisboa, branca e rota
A blusa de seu povo, essa gaivota 

Lisboa tem o sol crucificado
Nas armas que em Lisboa estão voltadas
Contra as mãos desarmadas, povo armado
De vento revoltado, violas astros
Meu povo que ninguém verá de rastos 

Lisboa tem um cravo em cada mão
Tem camisas que abril desabotoa
Mas em maio Lisboa é uma canção
Onde há versos que são cravos vermelhos
Lisboa que ninguem verá de joelhos