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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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O quarto

Carlos Leitão / Custódio Castelo
Repertório de Carlos Leitão 

Amar-te... dócil murmúrio p’ra viver além do tempo
Onde me invento, onde me invento
P’ra dar-te o sentimento amanhecido p’lo olhar a dois
Amar-te... nesta loucura galopante 
De te querer quase sem querer 
Deixar-te, ver-te voar, ver-te dançar
P’ra me abraçares depois

Sou teu... sou teu ao primeiro beijo da manhã
Quando o café deixa saudades no divã
E te destapa a inocente gargalhada
Segredas-me esta sorte a que pertenço
Ao sofrego raiar de um sol imenso
Sedento de te ver de novo
Sedento de te ver amada

Quando é minha a tua pele
A anarquia dos sentidos é sentida por direito
Deixas um beijo de mel
Deixas um beijo
E os nossos corpos unidos à mercê do mesmo leito

Amar-te... a vida corre num abraço que envelhece
E que acontece
E que acontece p’ra dar-te o mesmo amor
Que te sorrio quando vais
P’ra poder ver-te acordar uma vez mais