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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Infinitude

Letra e música de Carlos Leitão
Repertório do autor 

Aqui onde floresço quando o sol rompre a janela
Como se o tempo me pintasse numa tela
Lentamente
Aqui esta tristeza sensual è mais serena
Porque a saudade se respeita e não tem pena
De quem sente

Aqui, melancolia semeada campos fora
Cantada ao povo e segredada a qualquer hora
À gargalhada de um sarcasmo ao pé da porta
Aqui sente-se o quente a apertar-nos a garganta
Nesta verdade desarmante que agiganta
A força louca da paisagem quase morta

Aqui desta janela onde se avista a liberdade
Ainda vale a pena amanhecer
No mais mordaz silêncio que vivi
Aqui torna-se urgente uma certa crueldade
Quando se parte sem chegar a conhecer
O doce encanto que roubei e ofereci

Aqui onde o meu corpo
Não tem culpa e quer morrer