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<> Ninguém sabe tudo, ninguém ignora tudo, só todos juntos sabemos alguma coisa <> PAULO FREIRE
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Rosas

Duarte / Carlos Manuel Proença e Duarte
Repertório de Duarte

Mais um domingo em Lisboa / E já não tens p’ra onde ir
A solidão não perdoa / Quem não consegue dormir

Ninguém te fala na rua / Ninguém conhece o teu nome
De que te serve a procura / Se esta mesma te consome?

Secaram as rosas... secaram as rosas
Matámos… matamos as rosas

Declamado
Os dias trazem fantasmas dos dias todos iguais
Quem anda sempre em viagem não quer ter coisas a mais
Empenhei-me tanto que às vezes inventei que me esquecias
Cantei tanto que às vezes me pareceu que retribuías
Mas não aplaudiste ??? eu vi que aplaudiste !!!
Viste em mim o doce escorpião
O solitário príncipe da melancolia
Belo demais p’ra viver, frágil demais p’ra morrer
Se tudo o resto falhar podes sempre dizer que te menti
Só espero que estejas bem e se assim for, que assim seja”

Estás cada vez mais sozinho / Por ventura deprimido
Mesmo quem escolhe o caminho / Às vezes anda perdido

Secaram as rosas… secaram as rosas
Matámos as rosas… morreram as rosas

Secaram as rosas… matamos as rosas
Morreram as rosas

Secaram as rosas… matamos as rosas, amor
Vou sentir a tua falta