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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Brincadeiras do destino

Fernando Farinha / Alberto Correia
Repertório de Fernando Farinha

Na mocidade, pensamos que o caminho
Que havemos de percorrer p'la vida fora
È todo amor e carinho
E que a vida è sempre aurora

Mas depois vemos que a vida não è mais
Que uma estrada acidentada
Onde aparecem caminhos transverssais
A cortar nossa jornada

Já fui criança feliz e caprichosa
Fiz do destino um brinquedo sem valor
Era a vida cor-de-rosa
E o tempo comeu-lhe a cor

O tempo muda as pessoas fácilmente
Faz de nós tudo o que quer
E depois de nos trair, ri-se da gente
Por não sabermos viver

Quiz brincar com o destino / Convencido que era forte
E ele pregou-me a partida
De ter que andar toda a vida / Ao desafio com a sorte
Iludido, não sabia / Que a vida tem o seu perigo
E hoje triste, quem diria
Já não brinco com o destino / 
Ele è que brinca comigo