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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Poema amarrotado

Manuel Carvalho / Carlos da Maia
Repertório de Julieta Ribeiro

Não quero que ninguém veja
Se eu tiver que chorar
Por aí em qualquer lado
E proíbo quem quer que seja
Que me vá considerar
Um poema amarrotado

Claro que ás vezes sinto
A saudade do passado / Que não sai da minha frente
Mas como ao fado não minto
Quero cantar este fado / E ser feliz no presente

Vou guardar dentro do peito
O amor qu’eu mais queria / Para rimar a meu lado
Perdoem este meu jeito
Mas é que eu já não podia / Guardar p’ra mim este fado