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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Raminhos de violeta

Letra e musica de Carlos Alberto França
Repertório do autor 

Raminhos de violeta / Avental de seda preta 
Numa esquina da cidade
Lá está vendendo a quem passa / Com um ar de sua graça
A Maria da Saudade

Vai sorrisdo displicente / A quase toda a gente
Que lhe compra os seus raminhos
E às damas mais forretas /Que desdenham com caretas
Tira-lhe 5 totõezinhos

É juvenil, a Maria da Saudade
Tão à vontade, sempre a mesma a qualquer hora
Nesta Lisboa que a viu nascer e crescer à luz do sol
Na fregesia de São Vicente de Fora 

Jamais usou chinelinhas / Ou qualquer dessas coisinhas
Que vestem as da Ribeira
Não vive de tradições / Ultrapassou os pregões
Faz tudo à sua maneira

P'ra vender as violetas / E agradar aos lisboetas
Um avental é detalhe
Mas o bom é ir ao bote / E mesmo que alguém a tope
Quem quiser malhar que malhe