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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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História de uma guitarra

Hermano Sobral / Filipe Pinto *fado meia noite*
Repertório de Fernando Maurício

Uma guitarra velhinha
Porque já ninguém a queria
Morreu a chorar sozinha
Às portas da Mouraria

Fui há dias visitar / O museu de antiguidades
Em tudo havia saudades / Vontade de regressar;
Em tudo pude notar / Infinita nostalgia
Mas entre o que lá havia / Lembro a tristeza que tinha
Uma guitarra velhinha
Porque já ninguém a queria

Curioso, quis saber / Como ali tinha chegado
Se havia do meu passado / Alguma coisa a dizer;
Com voz sentida, a tremer / Da confissão que fazia
Disse-me um velho rufia / Esta banza, coitadinha
Morreu a chorar sozinha
Às portas da Mouraria