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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Madrugada

Nuno Júdice / João Maria dos Anjos
Repertório de António Zambujo

Há um corpo aqui deitado
Num lençol de lua branca
Como um rio que não corre
Esse corpo abandonado
Deste canto me arranca
Outro canto que não morre

E vi a luz mais agreste
Num fundo de madrugada / Vestir-te da cor da lua
Despe-te um brilho celeste
Na febre de ser amada / Quando o amor se insinua

Não queiras dizer o nome
Ao ouvido deste canto / Só eu sei e o conheço
E que esconde este pronome
Tu de quem fiz riso e pranto / Amor que lembro e esqueço